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Jornalismo automotivo - Ano 1

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- Revista Quatro Rodas
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- Stock Car Brasil
- Fórmula Indy - site oficial (em inglês)
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- WebMotors
- Global Auto Index - Catálogo Mundial de Carros (em inglês)
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Bruno Galhardi




Após um longo e forçado recesso, mudei de endereço:

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- Postado por: ARO 18 às 18h30
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Recomendamos

Pela Glória e pela Pátria... e pelo retorno do esporte!

 

Para a minha geração, nascida na segunda metade da década de 80, Fórmula 1 são lembranças vagas dos domingos de Ayrton Senna, o marco de 94, e ascensão de Schumacher e hegemonia da Ferrari por longos anos, com toda a pressão em cima de Rubens Barrichello. Uma visão simplista, que leva ao desinteresse a maioria dos espectadores médios após a morte de Senna.

Dizem que a História não nos ensina nada, mas para entender o cenário da F1 atual, e até mesmo do automobilismo esportivo, analisar os caminhos traçados no passado é no mínimo produtivo. É o que se propõe, ao menos em relação a carreira de pilotos nacionais, "Fórmula 1 - Pela Glória e Pela Pátria" (Ed. Globo, 1994, 310 págs., R$35,00), do jornalista Eduardo Correa, um dos mais respeitados "especialistas amadores" do automobilismo no Brasil.

A edição que tenho em mãos é a primeira, lançada em 1994, e não apresenta o texto reeditado, com a entrevista de Senna horas antes do acidente, e a trajetória dos brazucas até o ano 2000 na categoria. Mesmo sem o trecho importante, impossível ao fã não marejar os olhos nas descrições detalhadas das vitórias espetaculares de Ayrton.

E, antes disso, graças ao texto de um verdadeiro amante do esporte, é possível enxergar o cenário hostil que aguardava os pioneiros irmãos Fittipaldi, imaginar os circuitos de base europeus, com um nível de competição que beirava a marginalidade nos paddocks, e ver um Piquet arrogante, saído de uma oficina e que nunca largou a cultura da graxa.

Outro mérito: não tem preço ver de perto os grandes figurões da F1 desfilando diante dos olhos. Do leitor iniciado, o livro com certeza arrancará um sorriso ao apresentar as excentricidades aerodinâmicas (que, diga-se, revolucionaram o automobilismo) do lendário Colin Chapman, o mago da Lotus, e um sentimento de revolta com o viés de mercenário e magnata que Bernie Ecclestone, o chefe comercial da F1, carrega.  

É inegável a certa dose de ufanismo, onde nunca há brasileiros com performances miseráveis na categoria. Mas a idéia defendida por Correa é esta mesma: a hegemonia conquistada pelos brasileiros no automobilismo de competição vem dos esforços que transcendem os lucros; corremos e ganhamos para entrar para a história e levar a bandeira até o topo do pódio. Ao perdermos essa qualidade, perdemos nosso lugar ao sol.

Utopia fora de moda? Talvez, mas com certeza o livro irá despertar saudade até em leitores que não viram a era de ouro da F1. Uma obra obrigatória para fanáticos pelo esporte, e uma excelente diversão para os apreciadores de automobilismo.

Leia mais:

Visite o GP Total, o site de Eduardo Correa sobre automobilismo



- Postado por: ARO 18 às 20h51
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Eleito

Alfa Romeo Brera: beleza é com ele

O carro mais bonito do mundo: direto da prancheta do criador do Uno

Fotos: Divulgação

Em votação durante o 21º Festival Internacional do Automóvel, realizado na última quinta feira (19) no Grand Palais de Paris, França, o Alfa Romeo Brera levou o título de bólido mais bonito do mundo. O júri, composto por 15 pessoas, entre eles o ex-piloto de F1 Alain Prost, elegeu o hatch da Alfa, desbancando concorrentes de respeito como o Chrysler 300C Touring, Peugeot 407 Coupe e o Lexus IS 250.

Com linhas arrojadas e interior esportivo, o Brera é mais uma das crias do extenso plantel de Giorgetto Giugiaro, aclamado designer italiano, cuja prancheta foi o berço de Ferraris e até de populares da Fiat, como o nosso conhecido Uno. Desnecessário dizer que o "Grand Prêmio de Arte" do festival foi para o italiano. 

Outros modelos premiados no evento foram o sedan Citröen C6 como "Melhor Interior" e o esportivo Bugatti Veyron, eleito o "Supercarro do Ano". O Mazda Senku, vedete no último Salão de Tóquio, levou para casa o título de "Carro Conceito do Ano".

Leia e veja mais:

Leia detalhes sobre o Brera no site da Alfa Romeo

Veja um especial de fotos do Brera (clique na imagem para ampliar):

   



- Postado por: ARO 18 às 18h53
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Legislação

Sorria, seu carro foi filmado!

 

Chancela "regulamentando" um G20: revisão na legislação é reinvindicada pela maioria

Foto: ARO 18

O uso de película para escurecer os vidros já está presente em boa parte dos veículos brasileiros. Feito de PVC ou outro material plástico, o "filme" tem a proposta simples de diminuir a passagem de luz pelos vidros do carro, escurecendo-os. O que era inicialmente uma personalização estética, ganhou status de item de segurança (ao impedir parcialmente a visualização dos ocupantes do veículo) e uma alternativa para fugir do sol forte.

"Coloquei no meu 5% nas laterais e traseiro e 20% no párabrisa... ficou show!", revela Fred*, dono de um GM Celta 2005, referindo-se ao índice de transparência da película. Mas esse ganho na estética com os vidros escuros encontra validade na legislação? Pelo Código Brasileiro de Trânsito (CTB), tudo depende da transmissão de luz que o conjunto "película e vidro" dará ao carro.

De acordo com a Resolução 73/98 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a transmissão de luz (transparência) entre o vidro e a película não poderá ser inferior a 75% no pára-brisa e 70% para os vidros laterais, considerados essenciais para a dirigibilidade do veículo. Nos demais vidros, a transparência não deve ser inferior a 50%, de acordo com a mesma resolução.

Aferido pela ARO 18, os vidros de fábrica de um carro popular tem a marcação de 75% de transparência à luz no pára-brisa e 70% nos demais vidros. Ou seja, os únicos vidros que, pela lei, aceitariam alterações na passagem de luz seriam os laterais traseiros e o traseiro e, mesmo assim, que não excedam os 50% regulamentares. Uma legislação bem diferente da realidade observada.

A numeração padrão para a película é o "G", seguido pelo número que corresponde à transparência do material. "A que mais sai é a G20, carro de família põe essa", afirma o instalador de uma loja de acessórios automotivos de Santo André, SP. A "legalidade" da película fica por conta da chancela, uma espécie de carimbo aplicado na película no ato da instalação, e que atesta que sua transparência está de acordo com a legislação vigente. Em visita à lojas da Grande São Paulo, constatamos que a chancela é aplicada em praticamente todos os tipos de películas, legais ou não.

A verificação também pode ser feita por um aparelho chamado de "opacímetro", que mede o índice de transparência do vidros e, ao que parece, não é um item freqüente nos Departamentos de Trânsito brasileiros. Em entrevistas com donos de veículos "filmados", a ARO 18 verificou que o ponto mais controverso na fiscalização é o uso de película no pára-brisa. "Eles embaçaram com o filme da frente e me multaram. Queriam apreender documento e guinchar o carro", lembra Anderson*, de São Paulo.

Mais um item polêmico de nosso código de trânsito. A ARO 18 não recomenda o uso de película fora das especificações do CTB, mas alerta que o uso de chancela regulamentada e a ausência de película no pára-brisas minimiza problemas com a fiscalização.

*Nomes incompletos para preservar os entrevistados

Leia mais:

Leia na íntegra o que diz o CTB sobre a aplicação de película nos vidros



- Postado por: ARO 18 às 16h19
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Editorial

Fim de ano é época de relembrar os tropeços e acertos. No dia 25 de dezembro, a ARO 18 completa três meses de vida. Contabilizar tudo que aconteceu em um período tão curto não chega a ser difícil, mas algumas matérias marcaram, como a divulgação, em primeira mão, da possível reestilização do Ford Ka no ano que vem, e o andamento, com exclusividade, do projeto de lei que pode obrigar todos os veículos fabricados no Brasil a terem o airbag como um item de série.

Da mesma forma, o regime de atualizações semanais foi imposto, graças ao trabalho e a faculdade. Foi um ponto negativo para os leitores mais assíduos, que em 2006 será revisto. O compromisso de tornar a ARO 18 uma referência alternativa no concorridíssimo mercado da imprensa automotivo continua.

Finalmente, desejamos a todos os leitores e amigos um excelente natal e ano novo, junto da família e amigos. E, claro, como não poderia deixar de ser, muita emoção sobre quatro rodas no ano que vem!

 

Bruno Galhardi, editor da ARO 18



- Postado por: ARO 18 às 12h41
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Automodelismo

A frota dos sonhos em uma prateleira

Mercedes SS Class e Shelby Cobra: dois "sonhos" que cabem na palma da mão

Fotos: José De Luca Neto

Uma frota com Mercedes, Pontiacs, Nissans, Mustangs. A garagem do sonhos de qualquer apaixonado por carros, mas praticamente impossível, seja pela simples questão do espaço físico para juntar tantos modelos, como o fator financeiro para adquirir todas essas máquinas. A solução encontrada pelo baiano José De Luca Neto para ter essa "dream garage" foi simples, mas nem por isso menos atraente: ter todos esses bólidos ao alcance das mãos, literalmente, através de miniaturas das carangas!

"Acho que todo menino começa a colecionar carrinhos involuntariamente. Daí para realmente entrar no hobby é um pulo. Acho que meu interesse realmente começou quando eu tinha por volta dos 16 anos", revela De Luca, que é automodelista já há 12 anos. Entre as miniaturas, estão modelos clássicos, como Buicks, Pontiacs e alguns esportivos, como o Mustang GT.

Além de colecionar as réplicas já prontas, De Luca também se dedica à uma nova modalidade do hobby: o chamado "minituning", que consiste em personalizar as miniaturas com os mesmos elementos dos carros "tunados" reais, com párachoques, aerofólios e até a coloração dos vidros. "Atualmente, estou terminando um rádio controlado Nissan Sylvia (...) A frente foi totalmente remodelada, juntamente com a lateral do veículo. Foi rebaixado, e está ganhando muitos detalhes no interior", conta o automodelista sobre o seu mais novo projeto, que já lhe rendeu três meses de trabalho.

Os cuidados com os modelos não são muitos. De acordo com De Luca, basta manter os carrinhos longe da umidade e da poeira. Para quem quer começar, ele dá o caminho das pedras. "Dedicação e pacïência são a chave para se obter a perfeição. Ler é muito importante, pesquisar é fundamental e por fim amar realmente o que se faz", finaliza.

Leia e veja mais:

Veja fotos da coleção de José De Luca Neto (clique na imagem para ampliar):

   

   

   

  

Quer aprender mais sobre automodelismo? Visite a Minituner.com



- Postado por: ARO 18 às 22h15
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Trânsito

Número de jovens motoristas cresce a cada ano

Indecisão e inexperiência são alguns dos desafios para os recém-habilitados

Foto-montagem: ARO 18

Eles eram, em 2002, 15 mil no trânsito brasileiro. Em 2003, o número de motoristas com idade entre 18 e 45 anos já cresceu para 16.700, e agora são 45% do total de habilitados no território nacional, de acordo com dados do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN). Junto com o índice, o número de acidentes com essa faixa de motoristas também é o campeão: foram quase 58 mil ocorrências com vítimas não fatais envolvendo jovens de 17 a 29 anos somente na região Sudeste, no ano de 2002, contra 49 mil envolvendo motoristas acima dos 30 anos de idade.

"O que eu sinto mais dificuldade é o meu despreparo para ter jogo de cintura e lidar com as várias situações do trânsito", afirma a universitária Bruna Turco, 18, com habilitação a 4 meses. A insegurança e a falta de prática são um dos fatores que incham as estatísticas negativas dos jovens motoristas. E, com elas, seguem o aumento das restrições e o preço do seguro do veículo.

Para o professor de inglês Guilherme Salviati, habilitado a cerca de 6 meses, a observação e a cautela são as melhores escolhas para os "novatos". "Observar me ajudou muito, talvez seja o que mais me ajudou. Eu observava meus pais ou meu irmão dirigindo, percebia isso ou aquilo e tentava fazer algo parecido", explica Salviati.

Ainda para Salviati, a habilitação não é garantia de uma direção segura. "Quando se está na auto-escola você está acompanhado de um instrutor que pode te ajudar a qualquer hora. Mas, quando se está no trânsito e sozinho é que se tem ciência das dificuldades", revela o professor.

Para se adequar a essa realidade, o DENATRAN já começa a pôr em prática iniciativas como o "Rumo à Escola", projeto que prevê a educação no trânsito como item permanente da grade curricular de escolas do ensino fundamental que aderirem ao projeto. Modificações sociais e conscientização parecem ser caminhos adequados para formar motoristas capazes de reverter o quadro de "campo de batalha" em nossas ruas. É o que a ARO 18, ao menos, espera.



- Postado por: ARO 18 às 14h26
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Lançamentos

Um sedan para os amantes dos hatchs

Belta: compacto que preza o espaço. Não é, bella?

Fotos: Divulgação

No italiano, expressivo por natureza, Belta quer dizer "pessoa bonita". Ousadia para o estilo sisudo dos orientais, assim como as linhas do menor sedan já fabricado pela Toyota, o Belta. De cara, a frente em "V" chama a atenção, assim como os faróis, que invadem a lateral do carro.

Segundo a montadora japonesa, o modelo espera trazer os amantes dos veículos compactos para o universo dos sedans. Estímulos não irão faltar, como a economia no posto de gasolina.  Na versão básica, com motor 1.0L, faz 22km/l, enquanto a versão 1.3L consome pouco mais: 19,2km/l.

Outro ponto alto do Belta é o câmbio automático de série nas duas versões. Equipado com o CVT-i (Transmissão Contínua Variável Inteligente), impede os famosos "trancos" da transmissão automática e permite uma aceleração mais regular. O lançamento foi hoje, apenas no Japão, mas a Toyota espera exportar o "subcompacto" se as previsões de vendas de 3.000 unidades mensais se confirmarem. Em breve, talvez o carrinho seja mais uma opção para os fãs do Corolla e mais um inimigo para o Civic e o Vectra.

Leia e veja mais:

Veja como foi o lançamento do Belta pela Japan Today

Veja fotos em detalhes do Belta (clique na imagem para ampliar):

     

 



- Postado por: ARO 18 às 17h25
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Potência

O sonho americano movido a petróleo

A "cara chapada" inconfundível: resistência ao ar é algo que se vence na força

Foto: Divulgação/Ford Motor Company

Mustangs, para um legítimo cowboy do oeste americano, eram cavalos selvagens, brutos, rápidos e quase sempre indomáveis. Digamos que a Ford apenas deu um banho de prata no cavalinho, ou melhor 300 cavalos, que fazem do Mustang GT 2005 (que figura também na abertura da ARO 18) uma espécie de materialização movida a gasolina do "american way of life".

O caminho da marca começou em abril de 1964, no Salão do Automóvel de Nova York. Com o barril do petróleo, na época, a meros dois dólares, não demorou muito para a dinastia dos Mustangs incorporar mais e mais cavalos ao seu plantel, impulsionado pela briga com o Chevrolet Camaro, seu eterno rival na arena dos esportivos mais acessíveis (chamados pelos gringos de pony cars).

 Aparição no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2004: não será vendido no Brasil

Foto: ARO 18

O modelo 2005 resgata o estilo rústico e o motor de 8 cilindros em "v", vulgo V8 (há também uma opção de motorização com V6, de 202 cavalos), que garante o retorno, em grande estilo, ao campo dos "300 cavalos", onde figura o lendário Mustang Cobra. A velocidade final não chega a assustar, com seus 240 km/h, mas o GT 2005 se encaixa perfeitamente no alma dos Mustangs: a arte de intimidar com polegadas cúbicas e um visual agressivo. E quem não daria passagem à um monstro desses ronronando na traseira?

Leia e veja mais:

Veja outros modelos no Mustang Clube de São Paulo

Visite a página do Mustang no site americano da Ford

Especial de fotos do Mustang GT 2005 (clique na imagem para ampliar):

   

   

   

  

   



- Postado por: ARO 18 às 21h52
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Competição

Entre os dragões do asfalto

Opalas e Mavericks "bombados" são figuras fáceis de achar nas arrancadas brasileiras

Foto: Divulgação/Campeonato Paulista de Arrancada 

A combinação é relativamente simples: dois veículos e um quarto de milha (aproximadamente 400 metros) de pista pela frente. Nascido na ilegalidade, o drag (que ganhou o nome de "arrancada" no Brasil) começou, como era de se esperar, nas ruas dos EUA, onde os proprietários de veículos modificados literalmente tiravam um "racha" entre os semáforos.

Com o tempo, o que era uma brincadeira perigosa e ilegal ganhou o status de esporte, envolvendo campeonatos e preparação séria e segura de pilotos e máquinas. Em sua terra natal, o drag é uma das categorias mais populares do automobilismo esportivo, com autódromos especialmente preparados para os "rachas", que envolvem carros especialmente desenhados (e, claro, ultramotorizados) para atingirem velocidades espetaculares nesse quarto de milha.

No Brasil, os campeonatos de arrancada envolvem valores mais modestos, que são compensados pelo maior número de categorias. No campeonato paulista, um dos mais populares, há desde a "Tração Dianteira Original" (chamada de TDO e que engloba carros populares com poucas ou nenhuma modificação) até "Tração dianteira turbo super" (conhecida pela sigla TBSD, e que permite carros modificados até seus limites para o máximo de desempenho).

As competições normalmente ocorrem em autódromos, como o de Interlagos, e qualquer um disposto a pagar a taxa de inscrição e adequar seu veículo às normas da corrida pode participar. Uma opção interessante para aqueles que não abrem mão da velocidade, mas não querem pôr em risco a vida de outras pessoas e a própria no trânsito.

Leia e jogue mais:

Saiba mais sobre as arrancadas na ExpoDrag

Faça o download gratuito e jogue o Drag Racer 3.0, um dos melhores simuladores virtuais de arrancada

(Para jogar, é necessário ter o Macromedia Flash Player® instalado. Clique aqui para fazer o download gratuito)



- Postado por: ARO 18 às 18h11
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Carro do leitor

Para ninguém botar defeito

Honda Civic do Elthon: com um dubstyle na medida brasileira

Fotos: Elthon Sakamoto 

Perceber que Dubstyle cai como uma luva em sedans, isso é fácil. O que, infelizmente, faz os dubs brazucas arrancarem os cabelos são os inúmeros buracos de nossas mal-tratadas ruas. Criou-se então o "Dub Tropical", onde os aros das rodas raramente ultrapassam as 18 polegadas, mas o estilo e o luxo permanecem.

O carro do leitor Elthon Sakamoto é um exemplar perfeito da estirpe brasileira de DUBs: um Honda Civic, que dispensa comentários, com vidros bem escurecidos, rodas de liga, pneus 225 e um kit aerodinâmico leve, mas com muito estilo.

Detalhe da roda e da frente com o kit aerodinâmico:

pinças do freio a disco pintadas poderiam dar um toque mais esportivo

"A situação nas ruas está difícil", lamenta Elthon pelas restrições forçadas que as vias públicas oferecem a todos os motoristas, principalmente para quem ousa um pouco mais nos aros. A ficha do bólido:

Modelo e ano: Honda Civic LXL 2005, câmbio manual;

Rodas: Modelo Scorro 171, de 18";

Pneus: Dunlop 225/40/18;

Motorização: 1.7 litros, 16 válvulas, 130 cv;

Som: 2 Street Bass, 1 corneta Selenium 405, um módulo banda 9.8 e Magazine Pioneer;

As próximas modificações, segundo Sakamoto, serão a instalação de um DVD player e um aerofólio maior.

Envie você também as fotos do seu carro para serem publicadas na ARO 18.

Leia mais:

Veja o Honda Civic que irá ser lançado no Brasil



- Postado por: ARO 18 às 17h05
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Precaução

Imprevistos para os off-roads na selva de pedra

Não teme o barro na cidade, mas pode ser um alvo fácil para roubos

Foto: ARO 18

Que o estilo "aventureiro" virou moda entre os carros brasileiros, todos já sabem. A suspensão mais alta, o estepe pendurado na traseira e acessórios como grades e estribos são opções freqüentes para dar um toque "fora-de-estrada" ao veículo. "Gosto de carros altos, com uma presença maior", revela Kátia, 35 anos, proprietária de um Ford Ecosport, uma das escolhas mais vendidas para quem procura um veículo com o perfil de off-road, mas não abre mão da vida na cidade.

O imponência, entretanto, pode ocultar um alvo fácil para furtos, principalmente de estepes, já que os off-roads costumam ter o pneu de reserva fixado na tampa do porta-malas, bem à vista (e a mãos), de criminosos. Foi o que aconteceu com Kátia, que teve seu estepe levado em poucos minutos, o tempo de estacionar e fazer uma visita a uma amiga ou, para o ladrão, o tempo de soltar três parafusos. "Foi uma surpresa para mim, pois nunca tinha ouvido falar sobre esse tipo de roubo", lamenta.

O Ford Ecosport possui a cabeça dos parafusos de fixação do estepe com um segredo único para cada veículo, mas nem isso parece ter impedido a ação do ladrão. "Depois do ocorrido, comecei a reparar que muitas EcoSport na rua não têm estepe traseiro, talvez por segurança", comenta Kátia, que é mãe de três filhos e usa o veículo principalmente no transporte das crianças para a escola. Depois do furto, os cuidados são redobrados. "Evito parar em lugares ermos e por tempo prolongado (...) sempre que possível, prefiro o estacionamento pago", esclarece a dona de casa.

Parafusos desenvolvidos para evitar o furto: criatividade ainda é fundamental

Foto: ARO 18

Como medida preventiva, alguns motoristas utilizam a lona de proteção ou, mesmo com um prejuízo estético, a tradicional dupla de corrente e cadeado. "O novo estepe saiu por cerca de 930 reais", revela Kátia que, mesmo com os gastos, não abriu mão de exibir a roda pendurada de seu carro e partiu para uma solução mais criativa. "Na fábrica de meu pai, de usinagem, projetamos, para o estepe, parafusos mais difíceis de retirar", explica. Enquanto isso, quem comprar um adaptador para o parafuso de segurança que sai de fábrica terá quantos pneus quiser dos "jipeiros urbanos" mais desavisados.

Leia mais:

Leia a análise completa da Ford Ecosport pelo Jornauto

Veja, na Mecânica Online, outros modelos que podem ser vítimas do furto de estepe



- Postado por: ARO 18 às 21h08
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Lançamentos

O Retorno do Rei

Expectativas e um mercado cheio de concorrentes aguardam o sedã da GM

 Foto: Divulgação

Crescido e com design totalmente novo. Essa é a cara do Vectra que já começa a circular por nossas ruas. A aposta da Chevrolet para recuperar o mercado perdido para Toyota Corolla e o Honda Civic terá um desempenho promissor, de acordo o diretor executivo de marketing e vendas da General Motors (Chevrolet), Marcos Munhoz, que espera vender por mês nada menos do que 3.500 unidades do sedã de luxo a partir de janeiro de 2005 quando, segundo Munhoz, a procura pelo modelo já será mais baixa.

Nesta terceira geração, o Vectra incrementou suas medidas: cresceu 12,3 cm no comprimento total (agora com 4,62 metros) em relação ao modelo anterior. Outro destaque são as curvas mais agressivas no design, como os frisos no capô que lembram os do Chevrolet Astra, e os faróis mais modernos, com lentes translúcidas, uma tendência já apresentada por seus rivais. Além de barras de proteção laterais, a traseira também ganhou uma barra cromada na base da tampa do porta-malas. A gravatinha da Chevrolet, como em outros veículos da montadora, agora é dourada.

O interior segue a elegância do lado de fora, com o painel de instrumentos tirado do Astra, mas com novos gráficos e iluminação por LEDs, mais econômicos e eficientes. Um detalhe curioso é a sonorização de fábrica: o modelo vem com disqueteira e um toca-fitas K7, talvez para os mais saudosos. Fabricado e projetado totalmente no Brasil, duas versões iniciais já estão disponíveis: a Elegance 2.0, de R$59.990, com rodas de liga leve e ar-condicionado de série, e o top de linha Elite 2.4 16V, de R$79.990, e pode chegar a R$84.990, com opcionais como o teto solar e os bancos elétricos. Ambas com motor bicombustível, como praticamente todos os veículos nacionais fabricados daqui em diante.

Leia e veja mais:

Análise do NetRodas sobre o Novo Vectra

Veja e tire fotos do Novo Vectra no site da GM

Conheça o Vectra Opel, versão européia que não será vendida no Brasil



- Postado por: ARO 18 às 08h59
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Personalização

Para quem acha que Aro 18 é pouco

Na contramão dos exageros, o DUB ganha cada vez mais adeptos

Foto: Divulgação

Esqueça os spoilers gigantescos, o "neon" no assoalho e os parachóques agressivos. A presença fica por conta do interior luxuoso, de uma carroceria grande por natureza, um som potente e rodas, gigantescas e cromadas. Um estilo para as elites, exatamente o que propõe o DUB Style, mais uma das diversas tribos especializadas em transformar meios de transporte em objetos de desejo. 

Criado pela classe média e alta dos EUA, alguns afirmam que é uma vertente do Tuning, enquanto outros fanáticos renegam a ligação com o "primo escandaloso". O fato é que o DUB apresenta algumas características que transformaram o estilo em sinônimo de elegância e imponência, mas sem perder a discrição. Por isso, se o seu objetivo é ingressar no universo do DUB, prepare-se para abrir mão das luzes e exageros.

Originalmente, o alvo preferido dos "Dubs" são os grandes sedans, carros clássicos ou caminhonetes de luxo. A escolha pelas grandes carrocerias tem justificativa: rodas de, no mínimo, 20 polegadas (para ter uma idéia, a maioria dos nossos carros populares utiliza rodas de 13 polegadas) são exigência básica. O som deve ser potente, mas de excelente qualidade, sem distorções. Um verdadeiro DUB investe no luxo, não na impressão que ele causará nas ruas.

No Brasil, o DUB Style adquiriu uma cara mais "light". Ao invés de caminhonetes de luxo, os "DUBs tropicais" elegeram modelos menores (e mais baratos), como o VW Bora, o VW Golf e o Audi A3. As rodas ficam entre 18 e 19 polegadas, graças aos buracos implacáveis de nossas ruas. Ah, a ARO 18 adverte: aquelas rodas cromadas de 20 polegadas não ficarão legais no seu Gol. É sério!



- Postado por: ARO 18 às 23h17
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Segurança

Airbag poderá ser um item de série dos carros brasileiros

Airbag: segurança ganha status de item de luxo

Foto: Answers.com

Ao menos é a intenção do deputado Roberto Gouveia (PT-SP), com seu projeto de lei que prevê a instalação do item de segurança em todos os veículos fabricados no Brasil. Procurado pela ARO 18, a assessoria de Gouveia esclareceu que o projeto (apresentado no ano de 2003) já foi aprovado em duas comissões permanentes da câmara dos deputados federais, e agora aguarda o parecer do relator da última comissão, que antecede a votação do Senado para a criação ou não da lei.

A segurança adicional poderá ter reflexos diretos no preço dos nossos carros: na maioria dos modelos nacionais, o airbag só é instalado sob encomenda e pode elevar em até R$ 2 mil o preço final do veículo. Em países europeus e nos EUA, o airbag duplo, quando não é um item de série, acaba instalado por exigência do próprio consumidor, sem um aumento considerável no custo final.

Para Fábio Doyle, colunista da seção de autos do Jornal "Extra", de Alagoas, o "consumidor brasileiro, imprensa, montadoras e o Poder Legislativo devem se unir no sentido de incentivar e até mesmo obrigar por lei a fazer do airbag um componente de série em todos os carros vendidos no país". Um Fiat Uno com airbag duplo de série? Nada mal, afinal, seguro morreu de velho. 

Leia mais:

Leia a coluna de Fábio Doyle em defesa do airbag obrigatório

Saiba mais sobre o airbag e seus direitos na compra de um veículo equipado com esse item



- Postado por: ARO 18 às 18h55
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